O secretário-geral do PS considerou hoje que compete ao primeiro-ministro responder “ao reparo” feito pelo Presidente da República na promulgação da alteração à Lei da Nacionalidade, ao desejar que tivesse havido um “maior consenso”, sem “marcas ideológicas do momento”.
António José Seguro promulgou, no domingo, o decreto do parlamento que altera a Lei da Nacionalidade, aprovado por PSD, Chega, IL e CDS-PP, assumindo que desejava que tivesse assentado “num maior consenso”,